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Satsuriku no Tenshi | Impressões Semanais #7 ao #9


Nota: Fiquei atolada em trabalhos escolares, e logo depois chegaram as provas. Esses fatores me impediram de escrever, assim acumulando vários episódios. Para facilitar a divisão e deixar os textos mais curtos, irei separar esses episódios em 3 posts. Desculpe.

Agora que já desenvolveram o Zack, começaram a focar na personagem da Rachel. Essa mudança de foco era esperada, entretanto me deixava curiosa como desenvolveriam, visto que ela parece alguém muito mais "normal".
Visto a influência da religião sobre essa personagem, me faz sentido esse piso ser uma igreja. Mesmo assim, certas coisas me incomodam muito aqui. O modo como tudo perde sua noção de realidade e passa a parecer simples magia me incomoda, é como se o anime traísse a promessa de se passar na realidade. Um certo exagero na perda de sangue de Zack também colabora com essa sensação. Isso acaba tornando eventos como o sumiço dos corpos menos relevantes, já que você não sabe se isso realmente está acontecendo.
Outra coisa que me incomoda aqui é como Gray parece ter total controle sobre o que a outra pessoa está vendo(foco no parece, já que nada foi confirmado), o que só faz aumentar a sensação de que aquilo é uma magia, não alucinações.


Mas não podemos ignorar a personalidade distorcida da Ray, que acabou por ficar escondida por toda a energia emitida por Zack, não deixando aparente que ela também não é normal. Parte disso acabava por escapar, mas não tanto quanto é demonstrado nesses últimos episódios, onde ela fica sozinha e esse seu lado acaba recebendo mais foco. Ela consegue ser extremamente insensível, egoísta e, mesmo assim, fica claro que parte dela se importa com o Zack de uma forma que ela mesma não entende, assim acaba se prendendo a promessa como motivo. Isso pode ser notado com ela querendo saber mais sobre ele, por exemplo, além de estar com uma impressão preocupada e triste sempre que ele acorda.
Ainda falando da Rachel, continuo achando interessante essa instabilidade que ela adquiri sempre que Deus entra na conversa, como se depositasse tudo nessa esperança. Como deu a entender, ela quer ser salva. Mas... salva do que?


Mesmo com esse maior foco na Rachel e em nos mostrar mais um lado dela que não conhecíamos muito bem, Zack também teve certo tempo de tela adicional com um flashback. Eu não o apreciei muito, achei mal encaixado e certas partes do conteúdo não me pareceram muito naturais, como o velho cego vivendo sozinho ou sua reação quando o jovem Zack disse que matou pessoas. Tirando isso, o flashback até conseguiu se manter agradável, mostrando Zack conhecendo uma nova sensação, sendo, aparentemente, a primeira vez que ele é realmente cuidado por alguém, que alguém se importa com ele. Para mim, faz sentido ele estar confuso e ajuda a construir o personagem.
Falando dele, achei bem interessante também como ele não queria que Rachel tocasse em seu corpo, e como omitiu o fato de Danny pedir para ele arranja os olhos dela. Para mim, isso poderia significar, respectivamente, uma insegurança com o estado do corpo, claramente danificado, e um apego, um gostar, não romântico, pela Rachel. Me atrai o modo como eles começaram a se importar um com o outro, e deve ser bem importante lá pelo final.


Mas o que realmente me incomodou nesses últimos episódios foi a volta do Danny, que, para mim, não fez tanto sentido. Por um lado, sabemos que ele sabe bastante sobre a Rachel e pode ser um bom gatilho para a trama, por outro, achei isso repentino e desnecessário. Para mim, foi um recurso simplesmente mal utilizado.


#Extras

É, definitivamente, não gosto do design dele.

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